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quinta-feira, 5 de julho de 2018

SEU FUTURO DEPENDE DE SUAS ESCOLHAS NO PRESENTE

Foto ilustrativa: google imagens

Lucas 23:39-43
INTRODUÇÃO
O ser humano passa a maior parte do seu tempo diário envolvido com escolhas. A todo momento ele se depara com uma situação, que vai levá-lo a fazer uma escolha.
O homem escolhe amigos, a igreja que vai fazer parte; escolhe namorado, noivo e a pessoa com quem vai formar uma família, onde vai morar, o perfume, o refrigerante, o time para torcer, a comida do próximo domingo. Com o malfeitor citado na mensagem não foi diferente. Ele se deparou com o seu maior desafio: Escolher onde iria viver a partir daquele momento. E ele fez a escolha certa. Senão vejamos.

I. EXISTIAM DOIS HOMENS COM AS MESMAS PRÁTICAS – v. 39
a) Eles eram malfeitores (ladrões)
b) Eles viviam aprontando naquele lugar
c) Eles pagaram pelos seus erros com a morte

II. EXISTIAM DOIS HOMENS E DOIS DESTINOS – v. 39
a) Um optou pela blasfêmia contra Jesus Cristo:
“Não és tudo, O Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também”
b) O outro optou por reconhecer Jesus Cristo como uma pessoa íntegra e santa – v. 40-41

III. ESSE MALFEITOR TOMOU A DECISÃO MAIS IMPORTANTE DE SUA VIDA: CONVERTER-SE A JESUS – v. 42
a) Aquele malfeitor se arrependeu (v. 41)
“Nós, na verdade e com justiça porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum não fez mal algum”.
Essa frase chama atenção para um aspecto importante na vida do malfeitor.
Jesus Cristo estava naquela cruz abandonado. Todos os discípulos desapareceram. Até os mais chegados durante três anos não deram o ar de sua graça.
O malfeitor evidenciou sua fé, reconheceu Jesus como o Messias, creu na sua ressurreição e no seu retorno.
Ou seja: O malfeitor na cruz superou a muitos outros em clareza de percepção, em força de fé e em ousadia de testemunho.

b) O outro malfeitor preferiu morrer sem salvação
c) Ele entregou a própria vida ao Senhor Jesus Cristo - V. 42
“Lembra-te de mim quando entrares no seu reino” – v. 14
A oração do ladrão penitente reflete a sua crença de que a alma continuava a viver após a morte; que Cristo tinha o direito de governar sobre o reino das almas dos homens. Tudo isto demonstra a fé desse malfeitor, que reconheceu a inocência de Jesus Cristo.

IV. JESUS GARANTE A VIDA ETERNA AO ARREPENDIDO
a) Jesus não fez perguntas, tipo: Você quer aceitar a Jesus Cristo?
b) Nem disse: “Estou aqui para mudar a vida de você”.
c) Nada disso. Jesus observa a comportamento, as palavras sinceras daquela outra figura que estava para ser executada.
d) Cristo viu o clamor do coração daquele homem, bem como a oração de seus lábios.
e) e Jesus dá uma resposta que nem mesmo o próprio malfeitor estivesse esperando: “Ainda hoje estará comigo no paraíso.
APLICAÇÃO - Deus também tem um paraíso para você entrar, mas lá só entraram os remidos pelo sangue de Jesus!

CONCLUSÃO
Vimos dois homens divergindo sobre o futuro deles. Os dois eram ladrões, infernizaram os habitantes do lugar com suas práticas; foram sentenciados e mortos naquele mesmo dia em que o pastor dos pastores também o foi.
Só que o destino dos dois foram diferentes. Um preferiu morrer sem Cristo. Já o outro se arrependeu dos seus pecados e entregou a vida ao Senhor e foi salvo. “Ainda hoje estarás comigo no salvação”.

Pr. Gomes Silva

segunda-feira, 25 de junho de 2018

MEP realiza culto cheio de novidades


Coube à Mocidade Expressão Pentecostal (MEP) a organização do culto realizado na noite deste domingo (24/06), na Comunidade Evangélica Pentecostal Expressão de Amor (CEPEA-PB). A mensagem foi ministrada pelo pastor Gomes Silva.

O culto da MEP contou com a participação dos conjuntos das crianças, adolescentes e senhoras.

Os jovens cantaram vários hinos e apresentaram uma dinâmica sob a liderança da irmã Maria Melo, com a participação de diversos jovens e adolescentes, o que resultou em reflexão no tocante à unidade da igreja.

Por sua vez, o pastor Gomes Silva falou sobre o chamado e as funções exercidas pelo profeta Samuel, fruto de um milagre de Deus na vida da mãe dele, Ana, que não podia ter filho.

Segundo o pregador, Samuel teve um chamado especial num período em que a Palavra de Deus ainda era rara e as visões não eram frequentes (3:1). Depois de nascer através de um milagre e ser entregue por Ana aos cuidados do sacerdote Eli, aquele garoto foi convocado, “intimado” por Deus para ser seu porta-voz como profeta e juiz de Israel após a morte de sacerdote.

Durante sua vida, Samuel foi correto e justo, além de possuir grande discernimento. Orientado por Eli, ele apresentou logo desenvolvimento de três maneira: Físico, mental e moral.

“Samuel foi um exemplo de fidelidade e obediência a Deus; e os jovens cristãos de hoje podem muito bem se espelhar na vida de Samuel”, disse o pastor.

Lembrou o pastor que Samuel foi o grande restaurador de Israel, conforme o capítulo 7, do verso 2 ao 17), quando exortou o povo ao arrependimento (v. 3):
“Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes (totem, escultura, alguma imagens entalhada em pedra ou madeira), e preparai o vosso coração ao Senhor, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus”.

Então, eles tiraram os baalins e os astarotes, reconheceram ter pecado contra Deus e passaram a servi-lo. Diz a Bíblia – lembrou o pregador -, que o povo foi atacado pelos filisteu novamente (havia perdido anteriormente por conta dos pecados). Os israelitas pediu a Samuel para clamar ao Senhor por ele e Deus livrou o seu povo.

“Foi quando Samuel tomou uma pedra e deu-lhe o nome de Ebenezer (pedra de ajuda) e a colocou entre Mispa e Sem e proferiu a célebre frase: Até Aqui nos Ajudou o Senhor”.
Os jovens da CEPEA estão trabalhando com afinco na organização dos cultos da MEP [Foto: CEPEA]

Após o culto deste domingo, jovens e adultos aproveitaram para registrar aquele momento [Foto: CEPEA]

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
Segunda – 19h: Estudo para os grupos familiares
Terça – 15: Culto da Hora Nova
Quinta – 19: Culto de oração
Domingo:
8h: Consagração
9h: Culto de Doutrina Bíblica

19h: Culto da Palavra de Deus (evangelística)

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Hoje é nosso dia. Dia do PASTOR!

Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!

Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.

Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantêm rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que se gradua na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é “repartível”. Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um “assim diz o Senhor”, uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobreza e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descreem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.

E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: “combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé”. Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.


Eu sou pastor..

Obrigado, Senhor!


Autor: Joaquim de Andrade

Presidente do CREIA/SP e palestrante do Encontro Para a Consciência Cristã, em Campina Grande no período do carnaval


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Festa da CEPEA é encerrada com mensagem bíblica para jovens e casais

O pastor Ronie Batista durante sua mensagem no encerramento do 9º aniversário da CEPEA


O tema era: “Até Aqui nos Ajudou o Senhor”. A expectativa era grande. Ainda mais porque o pregador, pastor Ronie Batista, da Igreja O Brasil Para Cristo-CG, escolhido para aquela noite é conhecedor da Palavra de Deus. Nada disso. Deus queria falar (e falou) de outra forma e que mensagem! Ela veio cortando o coração dos jovens e exortando os casais através da “Santificação nos Relacionamentos – Libertando-se da Imoralidade Sexual”, com base no texto de 1 Tessalonicenses 4:1-8.
Pastor Gomes apresentando o também pastor Ronie, "sua" "ex" ovelha.

“Atualmente, temos um padrão de vida melhor no aspecto social, mas, moralmente, estamos em queda livre. Evoluímos de um lado, mas não evoluímos de outro. E qual a razão? A promiscuidade que a sociedade moderna vive”, disse.

O pastor ressaltou que em todas as listas pecados que a Bíblia destaca, quem sempre encabeça são os pecados sexuais.

Isto não significado que um pecado sexual é mais danoso que outro. Não. Todos são pecados no mesmo patamar. Porém, o pecado sexual é mais danoso no sentido de trazer mais vexame ao indivíduo, à família, à sociedade e à igreja.

“Quando os nossos primeiros pais pecaram no Éden, a primeira parte do corpo que eles cobriram foi a parte íntima com uma folha de figueira. E Deus matou alguns animais e cobriu-os com roupas de pele”.

De acordo com Ronie Batista, a igreja de tessalonicenses foi fundada em três sábados durante as pregadores do apóstolo Paulo na sinagoga. Mas devido a perseguição, ele foi embora e mandou Timóteo ir lá e levar um relatório. E dois problemas foram detectados: Eles tinham dúvidas quando o tempo da volta de Jesus Cristo e a imoralidade sexual.

Por isso, Paulo escreveu a carta aos tessalonicenses rogando que eles vivessem intensamente e que, pelo amor de Deus, praticassem a obediência. Em seguida, ele exorta o povo daquela igreja a continuar progredindo, seguindo o Caminho (Jesus Cristo) e Agradando a Deus (O sermão completo pode ser ouvido pelo www.facebook.com/PR.GOMESSILVA).

APRESENTAÇÃO
Antes da mensagem foram registrados vários momentos dentro do culto, que encerrou as festividades alusivas ao 9º aniversário da igreja anfitriã.

Inicialmente, Sterphanyohanson entoou louvores ao lado de Joel. Em seguida, o grupo “As Filhas de Sião”, da Igreja Congregacional fez belíssima apresentação assim como aconteceu com o grupo “Sementes da Fé”, da Igreja O Caminho da Graça de Deus. O grupo de louvor da União Feminina Expressão de Amor (UNIFEA) também fez sua participação.


Mas, em termo da igreja local, a expectativa girava em torno da participação do Grupo de Gestos das Senhoras, que teve a participação de duas jovens. Foi realmente uma apresentação que tocou o coração dos presentes. Contava a história da prisão de Paulo e Silas.

A noite teve ainda a entrega de comendas a pessoas que contribuíram para com a reforma do prédio onde a CEPEA se reúne, bem como para as festividades do 9º aniversário da igreja.
Grupo de Gestos das Senhoras - União Feminina Expressão de Amor/UNIFEA


Grupo “As Filhas de Sião”, da Igreja Congregacional



Grupo “Sementes da Fé”, da Igreja O Caminho da Graça de Deus


José Ivanildo recebendo seu presente das mãos do amigo, Henrique (Duda)






Muitas pessoas receberam comendas como agradecimento pelo apoio e contribuição para as reformas e melhoramentos do templo da CEPEA





PRÓXIMO ANO
A direção da CEPEA já iniciou os contatos no sentido de definir os preletores para 2019, inclusive com a possibilidade de termos no encerramento uma pregador da Assembleia de Deus do Rio de Janeiro.

Outro pregador que deverá ser confirmado na próxima semana é o pastor Nito, da Igreja Assembleia de Deus de Picuí-PB.

Quanto à participação musical, um grupo do Brejo já foi contatado para encerrar o evento com a pregadora do Rio de Janeiro. Caso contrário, estará a abertura do evento.


Da Redação




Vasta programação é cumprida no segundo dia do 9º aniversário da CEPEA-PB

O segundo dia das festividades alusivas ao 9º Aniversário da CEPEA começou com a realização de mais um batismo nas águas, realizado no Sítio Gregório. À noite, no templo, aconteceu uma vasta programação, com apresentações de grupos locais e a participação do pastor Kielce Marne, da Igreja Congregacional Dunamys (Aliança), de Campina Grande.

A programação noturna começou com oração pelo pastor Gomes Silva e o cântico do hino: “A Mensagem da Cruz” pelo próprio pastor Gomes. Os irmãos Sterphanyohanson e Emanuela Sakarov entoaram louvores ao Senhor com participação ativa do público presente.

Houve várias apresentações como das crianças, adolescentes, jovens e o grupo de senhoras. Ato contínuo, aconteceu a entrega de comendas a várias pessoas que contribuíram para as reformas do prédio e a realização das festividades.

O pastor Kielce Marne foi o preletor da Palavra de Deus, centrando sua mensagem no salmo 139, que trata da onisciência e a onipotência de Deus. Segundo Kilce, esse é salmo mais impressionante, diria até, como se fosse uma carta magna, fazendo uma apresentação incomparável de Deus.

“Intensamente pessoal, do começo ao fim, cujo verso 6, diz: “Tal conhecimento é maravilho demais para mim; é sobremodo elevado, não posso atingir”.

De acordo com Kilce, Davi vai descobrindo quem é Deus para ele e colocando no papel a belíssima descrição do Deus Todo-poderoso.

“Se alguém quer conhecer a Deus precisa ler todo esse salmo, que já foi a coroa de todos os salmos, onde Davi faz uma exposição sublime do Deus que acredita”.

Segundo o preletor, esse salmo contém um substrato teológico incomparável e faz com que se compreenda alguns atributos importantíssimo do nosso Deus.

Por fim, ele exortou o povo a ser crente. Não apenas para ajudar o pastor em suas atividades, mas principalmente pelo desejo de conhecer o Deus verdadeiro:

“Não seja crente apenas para trabalhar na igreja e ajudar o pastar. Não! Seja crente porque você tem um desejo absurdo, incontrolável de conhecer cada vez mais o Deus que você serve”.

Da redação

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